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Mourão diz que Brasil poderá aderir ao projeto Chinês da nova Rota da Seda

publicado em:21/05/19 8:48 AM por: Redação do site Política

O vice-presidente da República, Hamilton Mourão, encontra-se em visita oficial na República Popular da China, onde se mostrou aberto a participar do grande projeto de alcance mundial do gigante socialista asiático que consiste em parcerias para a construção de obras de infraestrutura, ampliação e intensificação do comércio mundial.

Isto abre uma dissidência no governo sobre a postura de submissão completa aos Estados Unidos representada por Bolsonaro.

Reportagem da jornalista Luiza Duarte na Folha de S.Paulo, na segunda-feira (20), Mourão sinalizou que o Brasil pode aderir à Nova Rota da Seda, uma iniciativa chinesa que retoma o espírito do comércio no antigo trajeto que unia Oriente e Ocidente na Idade Média.

Trata-se de um megaprojeto na área de infraestrutura, que vai interligar portos, ferrovias, estradas, aeroportos e telecomunicações para agilizar comércio chinês com o resto do mundo.

Mourão visitou a sede do Novo Banco de Desenvolvimento, o banco do Brics, bloco de países emergentes que reúne Brasil, Rússia,Índia, China e África do Sul e se reuniu com o presidente da instituição. Em entrevista à Folha de S.Paulo, José Buainain Sarquis, vice-presidente do NDB, afirmou que, caso o Brasil faça sua adesão à Nova Rota da Seda haverá uma maior integração entre os países membros do Brics.

De acordo como a reportagem, o vice-presidente vai entregar uma carta pessoal do presidente Jair Bolsonaro ao presidente chinês Xi Jinping e presidir a plenária da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), mecanismo paralisado há quatro anos.

Fonte: Brasil 247





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