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publicado em:12/04/18 10:35 AM por: Redação do site BlogsGeralPolícia

A Polícia Militar prendeu, na noite dessa quarta-feira, 11, o advogado Ângelo Diógenes de Sousa e um homem identificado como Martinho de Sousa Silva.

A prisão foi realizada durante uma blitz de rotina da RONE, pertencente à 1ª Companhia do Batalhão de Policiamento Rondas Ostensivas de Natureza Especial (BPRONE), da capital.

Na abordagem inicial no veículo retido, foi encontrado um revolvér, calibre 38 e munições de outras armas.

Em seguida, a polícia se deslocou a oficina Casa do Retentor, localizada no bairro Tabuleta, na zona Sul de Teresina, de propriedade do advogado, onde foram encontrados um fuzil calibre 7,62, um revólver calibre 38, 115 cartuchos de emulsões (explosivos), 141 munições de calibre 9mm, cinco munições calibre 38, nove munições de calibre 7,62, dois carregadores de pistola 24/7 carga PMPI, dois carregadores da pistola Glock calibre 380, a quantia de R$ 328 Reais, duas placas de aço, um botijão de gás com maçarico, uma peça de fio cordel, três peças de estopim, uma alavanca e 36 maços de cigarro.

O material explosivo apreendido é semelhante ao que é utilizado em assaltos a agências bancárias.

Segundo o comandante da Companhia de Policiamento Metropolitano II, coronel Raimundo Rodrigues, policiais do Rone desconfiaram de um veículo que estava com uma placa oficial, mas as cores do carro não conferiam com o utilizado no Estado do Piauí. “Carros com placas de cor branca são exclusivos de órgãos federal, estaduais e municipais como polícias, bombeiros e Forças Armadas”, disse o comandate.

A polícia investigará se a dupla integra uma organização criminosa especializada em assalto a instituições financeiras.

A Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Piauí, afirmou que não irá se posicionar sobre o caso.

Antecedentes criminais

O advogado Ângelo Diógenes de Sousa já havia sido preso em janeiro de 2010 acusado de participar do roubo ao comercial Carvalho.

Em 2014, ele também foi preso sob a acusação de ter praticado um assalto no Centro de Teresina. De acordo com o delegado geral da época James Guerra, havia provas concretas de que Diógenes de Sousa e Alex Dannys Veras Borges eram os responsáveis pelo assalto ao furgão da Sousa Cruz.

Imagens: Polícia Militar

 



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