Famílias cobram resolução de problemas da área do residencial Antônia Flor

Mais de cem famílias que irão morar no residencial Antônia Flor, em Piripiri, encabeçados pela FAMCC (Federação das Associações de Moradores e Conselhos Comunitários do Piauí), participaram nessa segunda-feira, 20, de reunião com o Ministério Público.

As famílias querem que a Prefeitura de Piripiri trabalhe a urbanização da área e resolva problemas que foram apontados pela Caixa e Ministério das Cidades, financiadoras do projeto, no início da construção do conjunto. A última gestão municipal se comprometeu com os órgãos envolvidos na construção que resolveria estes problemas, tais como: entupimento de crateras resultado de escavação para retirada de piçarra e outros materiais durante muito tempo no local, entre outras dificuldades ligadas a urbanização.

A presidente da FAMCC, Neide Carvalho, informou que atual gestor de Piripiri, Luiz Menezes, alega falta de recursos para cumprir o acordo assinado pela gestão Odival Andrade.

Como resultado da reunião, a Prefeitura através do seu representante afirmou que até o dia 11 de abril, data da próxima reunião, o poder público municipal fará uma análise das obras necessárias no local.

Para o Ministério Público haverá que ser obedecida à impessoalidade das gestões, tendo o atual gestor que cumprir acordos firmados pela gestão anterior.

A FAMCC ameaça acampar na Prefeitura de Piripiri caso a prefeitura não cumpra o pacto.

Reportagem: Leocádio Santos

Redação do site

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