Radialista é condenado a sete anos de prisão em regime semiaberto

O radialista Ivan Panichi, que matou atropelado, o Garçom piripiriense João Antônio dos Santos (João Fidélis), no dia 11 de setembro de 2010, foi condenado a sete anos de prisão, em regime semiaberto. O júri popular aconteceu no plenário de Câmara de Vereadores de Piripiri, em razão da reforma do fórum desembargador João Turíbio. O julgamento teve início na manhã dessa quinta-feira, 8.

O tribunal do júri foi presidido pela juíza Luciana Cláudia Medeiros de Sousa, tendo na acusação o promotor Luis Antônio, com o advogado assistente Juarez Jaeger.

Na defesa do réu, a advogada Rebeca Ferreira Rodrigues.

A defesa apelou para os atenuantes da lei, alegando que as provas do processo eram insuficientes para condenar o réu.

Na saída da Câmara de Vereadores, escoltado pela polícia, Ivan foi cercado por familiares de João Fidélis e foi chamado de “assassino”.

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Ivan Panichi fou condenado a sete anos de prisão em regime semiaberto, na penitenciária Major César, por ter atropelado e matado o garçom piripiriense João Antônio dos Santos (João Fidélis), no dia 11 de setembro de 2010. O júri popular aconteceu no plenário de Câmara de Vereadores de Piripiri, em razão da reforma do fórum desembargador João Turíbio, da comarca de Piripiri. O julgamento teve início na manhã dessa quinta-feira, 8 e se estendeu até o início da noite.

Cinco jurados se pronunciaram durante a deliberação, um votou pela absolvição e quatro pela condenação, garantindo a quantidade mínima para que o réu fosse condenado.

Depois de ter sido adiado duas vezes, o tribunal do júri foi presidido pela juíza Luciana Cláudia Medeiros de Sousa, tendo na acusação o promotor Luis Antônio, com o advogado assistente Juarez Jaeger.

Na defesa do réu, a advogada Rebeca Ferreira Rodrigues e o advogado Joaquim de Moraes.

A defesa apelou para os atenuantes da lei, alegando que as provas do processo eram insuficientes para condenar o réu.

O advogado Joaquim Moraes disse que pretende se reunir com o réu depois para confirmar algum tipo de recurso. Para o advogado, a condenação foi feita com base em depoimentos e não com base em provas científicas.

O promotor de justiça Luiz Antonio disse que considerou a punição adequada. Para o promotor, como se tratou de um homicídio simples, sendo o réu primário, era esperado que essa fosse a pena aplicada.

Amigos e familiares da vítima acompanharam o julgamento usando camisetas onde se lia a frase: “Não foi acidente, foi crime”. Eles também colocaram faixas na fachada da Câmara dos Vereadores de Piripiri, onde o júri popular foi realizado, onde pediam justiça.

Na saída da Câmara de Vereadores, escoltado pela polícia, Ivan foi cercado por familiares de João Fidélis e foi chamado de “assassino”.

O filho da vítima, Georlinton Alves, agradeceu o apoio recebido pela família nos 7 anos e seis meses de espera pelo julgamento. Apesar de achar que sete anos foi uma pena leve, disse que família está aliviada. Para Georlinton as leis são falhas, mas vale por ter sido o primeiro crime de trânsito no Piauí onde o réu é condenado por crime doloso.

Redação do site

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