A Prefeitura de Piripiri, por meio da Secretaria Municipal de Educação (SEDUC), deu início nesta terça-feira (16) à terceira edição do projeto ALIP – Alunos Lendo, Interpretando e Produzindo. A iniciativa reuniu estudantes da rede municipal em uma programação marcada por apresentações culturais, como peças teatrais, contação de histórias e produções artísticas baseadas em obras da literatura e do teatro brasileiro e internacional. O evento aconteceu na Praça da Bandeira e fez parte das ações do Natal dos Sonhos.
A secretária municipal de Educação, Tânia Marilda Monteiro, ressaltou a importância do momento como encerramento de um trabalho desenvolvido ao longo do ano letivo. “A abertura do III ALIP foi extremamente satisfatória. É a culminância de um processo contínuo de leitura e interpretação realizado nas escolas. Tivemos apresentações de teatro, dança e outras expressões artísticas que enriqueceram ainda mais o evento”, afirmou.
Entre os destaques, alunos da Escola Maria de Lourdes Assunção apresentaram uma adaptação da obra O Auto da Compadecida, sob a orientação da professora Daiane Silva. Segundo ela, a escolha do texto se deu pela relevância cultural da obra. “É um clássico que aborda questões sociais, religiosas e humanas com leveza e humor, o que torna a experiência ainda mais rica para os alunos”, explicou.
A estudante Isadora Silva, do 6º ano, participou como narradora e comentou sobre a experiência. “Fiquei nervosa por causa da leitura, mas no final deu certo. Foi uma experiência muito boa”, contou.

A Creche Romerito Brito também participou da programação com uma apresentação simbólica em homenagem aos girassóis, coordenada pela diretora Marluce Maria. “Foi um trabalho coletivo muito bonito, envolvendo toda a equipe da creche. O resultado superou nossas expectativas”, destacou.
Encerrando as apresentações, alunos da Escola Raimundo Pastor realizaram uma homenagem à cultura nordestina. De acordo com o diretor Francisco Urquiza, os estudantes declamaram poemas autorais inspirados na literatura de cordel. “Eles conseguiram retratar o cotidiano do Nordeste com sensibilidade e criatividade”, finalizou.
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