O Piauí registrou um desempenho histórico na geração de empregos formais no primeiro semestre de 2025. De acordo com os dados mais recentes do Novo Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), o estado foi o líder absoluto do Nordeste e alcançou a quarta colocação no ranking nacional em variação percentual de empregos com carteira assinada.
Segundo a análise feita pelo Centro de Inteligência em Economia e Estratégia Territorial (CIET), vinculado à Secretaria de Planejamento (Seplan), o Piauí gerou 13.912 novos postos de trabalho entre janeiro e junho deste ano. Somente no mês de junho, o saldo positivo foi de 2.745 vagas formais.
Com isso, o estado atingiu uma variação relativa de 3,85% — superando em 1,26 ponto percentual a média nacional (2,59%) e em 1,79 ponto percentual a média da região Nordeste (2,06%).
Desenvolvimento com foco em emprego e renda
Os números refletem o impacto direto das políticas públicas implementadas pela gestão do governador Rafael Fonteles, que tem priorizado o desenvolvimento econômico sustentável, atração de novos investimentos e incentivo à geração de empregos formais em diversos setores.
"Esses resultados mostram que estamos no caminho certo, investindo em setores estratégicos, capacitação da mão de obra e criando um ambiente favorável ao empreendedorismo", destacou o governador em nota anterior sobre o desempenho da economia piauiense.
O avanço expressivo do Piauí coloca o estado em destaque no cenário nacional e comprova a eficácia das ações voltadas ao fortalecimento do mercado de trabalho, especialmente em áreas como infraestrutura, agronegócio, tecnologia e serviços.
Piauí em destaque no cenário econômico nacional
O crescimento registrado em 2025 reforça a tendência de evolução contínua da economia piauiense, que vem se destacando ano após ano na criação de empregos formais, na atração de empresas e no aumento da competitividade regional.
A expectativa, segundo técnicos da Seplan, é de que o segundo semestre mantenha o ritmo de crescimento, impulsionado por novos investimentos públicos e privados, bem como pelo fortalecimento de políticas de apoio ao pequeno e médio empreendedor.
Fonte/Créditos: Redação do Portal Sem Fronteiras
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